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com amor
me chupa ?
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Ninguém nunca disse que você tinha que ter 18 anos para ser um adulto, ou disse ?
Bem, uma vez a lei disse, mas eu não gosto de seguir a lei mesmo (6)
Enfim, aqui estamos, vamos nos divertir juntos, não é ?
Então não tenha prazer sozinho, compartilhe comigo, me mande uma ask.
Mande suas fotos preferidas também, suas experiências, enfim..
Você ainda está lendo isso ? kkkkk
Que perda de tempo hein, vamos logo ao que interessa. Sexo!

Sou pequeno 1,65, loiro, olhos verdes e sou magro, tenho 15 anos e estou no 1º ano do ensino médio. Todos os dias, assim que eu chego à escola, eu dou bom dia a todos os funcionários do colégio aonde estudo e sempre que eu comprimento- os, a secretária Patrícia que tem aparência de uns 25 anos me abraça, aperta minha cintura e da um beijo em meu rosto. A Patrícia é linda, branca, cabelo castanho, olhos azuis, alta, corpão, muito atraente.

Um dia ao sair da escola vindo para casa, Patrícia me ofereceu uma carona. No caminho perguntou-me sobre meus pais se eram divorciados, se trabalhavam e se eu tinha irmãos, perguntas típicas. Respondi-a e então conversa vai e vem, chegamos ao portão de minha casa, perguntei se ela queria entrar e ela respondeu que não, perguntei se queria água, comer ou alguma coisa e ela resolveu aceitar um pouco de água. Logo que entramos em casa dona Patrícia sentou-se em meu sofá na sala e pediu para ligar a TV enquanto eu ia pegar a água. E então eu disse que não tinha problema algum, eu estava sozinho em casa e meus pais só chegariam a noite. Quando voltei Patrícia estava assistindo um canal pornô e sua cara era de quem estava com tesão, ela ficou um pouco constrangida  quando percebeu a minha presença e então desculpou-se, bebeu a água e levantou.

Antes de ir embora perguntei o porquê dela estar assistindo aquele canal, e ela respondeu: “O problema é que eu não sou casada e estou sem sexo há muito tempo, quando estava procurando canais eu passei neste e parei, pois estou em um ponto que não consigo me conter”. Quando ela terminou a frase eu pensei em agarra-la, e sem perceber já estava em seus braços, começamos a nos beijar loucamente, ela passava a mãos sobre o meu pênis e eu apertava os peitos dela, levei-a ao meu quarto e joguei Patrícia em minha cama beijei toda a cocha dela, levantei o vestido e então puxei a calcinha com os dentes, ela pedia para eu lamber a vagina dela e então subi devagar beijando a coxa de dona Patrícia até chegar a seu clitóris, ela gemia um pouco alto e meus vizinhos poderiam escutar, tranquei a janela.

Quando voltei para a cama Patrícia então se levantou ajoelhou-se e então abaixou minha bermuda e beijou meu pênis por cima da cueca, aquilo me deixou louco, eu não era mais virgem, mas nunca estive com uma mulher mais madura antes, aquilo era novo pra mim, e garotas não gostam muito de oral. Logo ela colocou todo o meu pênis em sua boca e começou a chupar, aquilo foi incrível! Nunca tinha sentido aquela sensação, sua língua em volta da cabeça do meu pênis chegava a me fazer enlouquecer e não esperava a hora de poder penetra-la.

Joguei-a em minha cama, de “ quatro” e então coloquei a camisinha que estava em minha gaveta junto á cueca e logo comecei a penetra-la, Patrícia gemia um pouco alto e mandava eu meter com força, dizia que meu pênis era enorme e para um adolescente de 15 anos, 20 cm estava de bom agrado.  

Depois de uma hora de sexo, e muitas posições, eu ia gozar. Perguntei-lha se poderia gozar dentro dela, ela não hesitou e então gozei, foi a melhor da minha vida, um orgasmo inexplicável, aquela mulher em minha frente, gemendo de tesão, eu puxava o cabelo dela e falava. “vadia, gostosa agora você vai me dar bom dia todas as manhãs e quero gozar na sua boquinha antes de ir para a sala”. Ela só balançava a cabeça que sim. Levantou-se para ir embora, já era um pouco tarde e meu pai chegaria para o almoço. Patrícia se levantou, foi ate o carro e se foi. Agora todos os dias na escola nos damos uns amassos as escondidas no banheiro dos professores, as vezes rola um oral ou masturbação, até gosto mais de ir para a escola.


2 years ago · 1 note · Reblog
#contos

Amiguinha da minha filha. 

A festinha de aniversário da minha filha Jéssica de 18 anos estava ainda animada, apesar de já ter durado a tarde inteira. Sua turma do condomínio já se sentia à vontade na minha casa. Aceitei recebê-la depois de muita recomendação: nada de excessos; bebidas só refrigerantes e cerveja; nada de “pegação” com os amigos. Eu tivera um dia cheio, até que me sentei na cadeira balanço da varanda para descansar. A tranqüilidade do momento fez com que eu pensasse um pouco na vida. Todos viam em mim, Ana Paula, uma mulher de especial beleza juvenil, apesar dos meus trinta e nove anos: estatura mediana; morena de cabelos castanhos; corpo com as curvas nos lugares certos; rosto bonito; boca sensual com lábios carnudos; olhar de um verde penetrante. Mas o que mais chamava a atenção em meu corpo era a minha bunda cheiinha e bem feita. Eu não tinha nenhuma falsa modéstia com relação à minha aparência física, pois via tanto os homens, quanto diversas mulheres olhando para o meu corpo com interesse. O meu divórcio foi uma surpresa para todos, mas meu ex-marido e eu sabíamos que era um caso sem solução. Casados há pouco mais de um ano, meu marido começou a fantasiar uma relação a três, com outro homem me comendo na sua frente. Fiquei chocada com a idéia a princípio, mas com o passar do tempo só a lembrança dela me deixava muito “acesa”: Um sentimento estranho me invadia, contaminado a minha alma e sentia a minha vagina umedecendo até deixar a minha calcinha molhada nos fundilhos. Quando finalmente resolvemos colocar a nossa fantasia em prática, percebemos que não fora uma boa idéia. O homem foi escolhido por acaso, em uma boate bem frequentada e fomos para um motel. Rodolfo meu marido não teve estrutura psicológica para aceitar a cena de me ver cheia de tesão rebolando freneticamente para atolar o cacetão do desconhecido na minha buceta e, o que era pior, gozando com altos gemidos e espasmos como eu nunca gozara com ele. Foi assim que o nosso casamento acabou, sem que ninguém pudesse saber dos reais motivos…”Sua puta!”. Depois do divórcio sentia-me muito solitária, mas descrente com os homens e sem nenhuma intenção de procurar outro companheiro. O Rodolfo continuou colaborador com os assuntos de família. Neste aniversário de nossa filha, por exemplo, ele veio não só para passar a tarde com a Jéssica, como também para ajudar na festinha e já fora embora…Um barulho no segundo andar interrompeu meus pensamentos. Corri escadas a cima e encontrei a minha filha Jéssica caída no chão desmaiada e sangrando a testa. “Ela estava dançando, escorregou no assoalho e bateu a cabeça na mesinha”. Mas fiquei mais tranqüila quando ela gemeu e recobrou os sentidos. “Vamos gente… todo mundo para casa, pois vou ter que levar a Jéssica ao Hospital para ter certeza de que foi só o machucado na testa”. Chamei Rodolfo pelo telefone celular, contei-lhe o ocorrido e pedi que ele me aguardasse no Hospital. Jéssica estava ainda meio zonza. Então, por via das dúvidas, pedi à sua melhor amiga a Luciane que nos acompanhasse até ao hospital. O pessoal do hospital atendeu a Jéssica, enquanto Luciene e eu ficamos na sala de espera, quando meu ex-marido chegou e me deu um forte abraço. “Como ela está?”. “Até onde pude perceber, ela está bem. Um pouco grogue, mas está bem”. Fomos finalmente informados de que ela ficaria bem, mas por precaução precisaria ficar em observação até o dia seguinte. Rodolfo me aconselhou a ir para casa descansar, pois ele passaria a noite no hospital. Chegando em casa, Luciene se ofereceu para me fazer companhia nesta noite. Ela já estava acostumada com a casa e conosco. Por vezes vinha passar o fim de semana com a Jéssica, quando faziam as tarefas escolares e iam juntas para a piscina do clube. Bastou apenas um telefonema para a tranqüilizar os seus pais. Fiquei algum tempo reorganizando a cozinha e Luciene entrou para me ajudar. “É uma pena a festa terminasse assim, D. Ana Paula. Pela animação ela ainda duraria um bom tempo”. “Pois é Luciene, olha quanto salgadinho e refrigerante sobrando”.Abri o armário de bebidas e peguei uma garrafa de vinho. “Luciene, você quer tomar uma taça de vinho?”. “Sim. Por vezes gosto de beber um pouco na hora da refeição e em ocasiões especiais”. “Vamos fazer da sua visita uma ocasião especial então, apesar do pequeno susto que passamos por causa da Jéssica”. Servi-lhe uma taça de vinho e dei-lhe uma caixa de bombons. “Suba para o quarto, enquanto fecho as portas”. Quando cheguei ao meu quarto, levando a garrafa de vinho, não vi a Luciene. “Luciene… onde esta você?”. “Aqui no quarto da Jéssica!”. “Não seja boba meu bem… O meu quarto é bem maior e mais confortável!”. Luciane chegou até à porta do meu quarto. Já vestia com uma camisola da Jéssica e carregava a caixa de bombons. “Fique à vontade Luciene. Sente-se aqui”. Convidei-lhe batendo de leve na colcha da minha cama. Ela subiu na cama, sentou-se sobre os calcanhares. Sorveu ruidosamente mais um gole de vinho que lhe servi. Abri a caixa de bombons. “Está cedo ainda. Sobre o que nós vamos conversar? Namorados? Música? Maquiagem? Roupas?”. “Minha mãe não me deixa usar maquiagem”. “Por que ela não deixa?”. “Ela tem uma teoria sobre a maquiagem. Pensa que ela só serve para atrair os homens e ela acha que quem tem o firme propósito de estudar primeiro, não deve usá-la”. “Então nunca ninguém lhe ensinou como usar maquiagem. Posso ser a primeira?” “Claro”. Peguei na cômoda alguns itens de maquiagem e um espelho portátil. Luciene e eu ficamos sentadas na cama, cara a cara, apoiadas nos joelhos e nos calcanhares. Puxei o rosto dela para mim e iniciei a maquiagem. “Agora o batom, mas isto você mesma pode fazer”. Ela aplicou o batom o vermelho, vagarosamente enquanto eu enquadrava o seu rosto no espelho. “Nossa que transformação!”. A minha surpresa era legítima, pois de uma beleza adolescente e natural, Luciene se transformara em uma linda jovem mulher. “Agora eu entendo por que a sua mãe não lhe deixa usar maquiagem. Você poderia deixar seus colegas com vontade de pular em cima de você”. Luciene ficou ruborizada. Percebi que ela estava ficando alegre com o vinho, mas mesmo assim lhe servi a última taça. “Você gostaria de conversar sobre roupas? Esta camisola da Jéssica deixa você bonitinha, mas você gostaria de experimentar uma das minhas?”. Fui até à gaveta do guarda roupa, escolhi uma camisola seda preta. Ela já ficara perdida para mim e era muito curta. “Toda mulher se sente especial quando um pano sedoso toca a sua pele. Experimente esta camisola”. Luciene levantou-se da cama retirou a camisola da Jéssica, de costas para mim. Deixou à mostra a sua bela bunda redonda coberta em parte por uma calcinha de pano fino azul. As duas bochechas expostas da bunda eram maravilhosas. Senti que estava ficando excitada. A camisola escorreu pelo seu corpo, deixando à mostra o final da calcinha no ponto em que parte das nádegas ficara exposta. “Que tal estou?”. “Está linda Luciene!”. Apaguei a luz do quarto, deixando apenas um abajur ligado. Luciene deitou-se de bruços ao meu lado. Para deixá-la à vontade, me vesti com uma lusa de malha, ficando só de calçinhas. Encostei o meu corpo de leve no dela, afaguei os seus cabelos, seus ombros, passei uma mão pelas suas costas sobre a blusa, percorrendo a espinha dorsal e com a outra eu alisei as suas coxas, detendo a mão até às proximidades da sua bunda. Tudo de forma suave e amorosa. “Relaxe Luciene”. “Ummm, isto é tão gostoso!”. Ela exclamou, tremendo a voz ligeiramente. Olhei para o rosto dela voltado para mim, fiquei fantasiando que estava beijando-lhe o rosto, os lábios. Ela fechou os olhos e a sua respiração mais profunda mostrava que ela já estava dormindo. Continuei a massagem, sentindo um tezão diferente invadindo o meu corpo. Eu ficava cada vez mais quente. Tirei uma mão da Luciene e passei alisar a fenda da minha buceta, sobre o pano da calcinha. Ela virou-se sobre o corpo, ficando de barriga para cima. Passei a alisar a sua barriga, deixando os meus dedos chegarem até ao monte firme da sua vagina. Elevei o meu corpo e beijei de leve os seus lábios. “Tudo bem Luciene?”. Não houve resposta. Movi a minha cabeça para frente e a beijei de novo na boca. Ela abriu os olhos. Olhei profundamente neles, Luciene levou uma mão para o meu rosto e passamos a nos beijar profundamente e com paixão. Nossos beijos só eram interrompidos para darmos pequenos gemidos. “Tudo bem Luciene?”. “Tudo bem D. Ana Paula”. Agora encorajada, tirei a camisola de seda, subi em cima dela e encaixei a minha coxa direita bem no meio da sua bucetinha, enquanto sentia que se encaixava na minha. Procurei pelos seus lábios avidamente e deixei a minha língua escorregar para dentro deles. Instintivamente ela começou a esfregar a buceta de encontro a minha coxa. Minha bunda subia e descia e ela a puxava com as duas mãos. O cheiro de sexo que vinha da Luciene me levou à loucura. Saí de cima da amiga da minha filha, minha jovem amante, retirei a sua calcinha e passei a lamber a sua bucetinha melada e a alisar o grelinho. Enfiei as duas mãos por debaixo da sua bunda e aproximei mais a sua buceta da minha boca. Ela gemia cada vez mais…Ela grunhia. A sua bucetinha era linda: gordinha e agora com os grandes lábios entreabertos, dava para ver o clitóris rígido, levantando os pequenos lábios. A entrada da buceta estava agora entreaberta. Lambi freneticamente a entrada da vagina junto com o grelo que dava pequenos saltos. Olhei para o rosto dela que estava com os olhos fechados, a boca entreaberta e soltando uma respiração entrecortada por sons sibilantes. Sua buceta soltava sucos abundantes que eu sugava e engolia, até que ela gozasse e soltasse uma golfada final do seu mel. Tirei a minha calcinha e estimulei o meu grelo, enfiando os dedos da outra mão no canal da vagina e não demorou muito para que eu gozasse profundamente. Luciene olhou para mim com os olhos entreabertos, retirou os meus dedos da minha buceta e os levou à boca, para sentir o meu gosto. Encostei o meu corpo no dela e passei a afagar os seus cabelos até que ela caísse no sono. Jéssica voltou para casa com um “galo” na cabeça e Luciene continuou a freqüentar a nossa casa, agora cada vez mais solícita e amorosa.


2 years ago · 4 notes · Reblog
#contos

Dei o rabinho para o irmão da minha cunhada 

proibido-18:

Olá pessoal! Esse é meu sétimo conto faz tempo que não venho aqui rs, mas não podia deixar de contar essa história para vocês!

Tenho uma família grande que adora se reunir nas datas especiais. Nunca me senti atraída por familiares a não ser um primo que acabei transando mas isso é uma outra história.

Tenho dois irmãos casados e supostamente uma das minhas cunhadas também tem dois irmãos casados.Um deles sempre me chamou atenção, branco porém bronzeado do sol, alto, cabelo raspado, voz grossa um jeito de conversar que enlouquece qualquer uma! Porém casado com quatro filhos! É nisso ja percebi que ele adora não é mesmo?

Apesar de eu sempre me comportar como uma “santa” nas reuniões de família dava umas olhadas mas percebi que ele nem me dava bola! Que ódio! Mas tudo bem, deixei pra lá afinal considero e muito minha cunhada e meu irmão o tem como irmão.

Em um sábado minha mãe disse que iria pra casa do meu irmão pois havia um churrasco, eu não estava muito afim mas acabei concordando.Tomei um banho gostoso e demorado aquele dia fazia um calor muito bom! Coloquei um tomara-que-caia preto e um shortinho jeans, cabelos soltos sempre adorei cremes e perfumes então caprichei (não sei porque mas acho que era sexto-sentido de mulher rs). Como alguns sabem sou mulata baixinha cabelos lisos compridos, seios enormes mas durinhos, bumbum redondinho e durinho também sem faltar as coxas grossas.

Minha mãe e meu pai foram na frente e desci logo em seguida,meu irmão mora na rua debaixo da minha casa.Chegando me deparei com aquele carro! Ah era ele! Minha bucetinha deu uma piscada! Ele tinha que saber que eu o queria !!

Cheguei haviam algumas pessoas na sala e para minha sorte a mulher dele e filhos não tinham vindo! Foi quando o avistei sentado do lado de fora tomando cerveja e fumando com meu irmão! Dei um beijo no rosto do meu irmão e quando fui comprimenta-lo encostei meus seios em seu ombro fazendo com que ele os sentisse ele disse oi e voltou a conversar com meu irmão! Mas que droga! O que há de errado comigo? Ah desisto!Sentei na sala com o povo e fiquei la por um tempo. Ele vinha servia churrasco para todos mas eu nem queria saber mais! nem olhava na cara dele como se ele tivesse me dado um fora dos grandes!rs estava revoltadissíma! Nem uma olhadinha naquele dia? Poxa vida! Estava sentada em uma cadeira na sala quando me deparei com meu irmão indo buscar mais cerveja e percebi que o resto do povo estavam todos na sala! Dei uma risadinha pra mim mesmo e fui até os fundos a procura de “linguiça”

- “Fulano” tem mais linguiça?

- Tem você quer? Peraí que vou tirar pra vc !

- Brigada não era essa que eu queria mas ta valendo!

Nesse momento disse isso e sai rindo, ele ficou olhando sem entender! Voltei para sala mas não resisti fui novamente atrás da “linguiça”.

Ao me ver ele perguntou porque eu disse aquilo, eu disse que queria a linguiça que estava mais torradinha só para deixa-lo sem graça.Fiquei atras dele enquanto mexia nas carnes,deixei meus seios no cotovelo dele ele entendeu e mexia devagar…sentia os bicos ficarem durinhos minha bucetinha pulsava e ja estava melada com aquela situação, ele se virou olhos pra eles e disse : “Nossa que peitão gostoso que vc tem” Fiquei perplexaa!! Como pode ele ter aquela atitude de uma hora para outra? ” Ah é vc acha? Mas vc nem provou ainda! ” peguei a mão dele e levei até eles, ele tirou rapidamente dizendo que alguém podia ver eu disse q dava pra ver se alguem viesse e dava mesmo! Peguei novamente a mão dele sem titubiar ele começou a massagea-los bem gostoso ele ficava olhando pra mim com a boca aberta dizendo que eu era louca e eu dizendo que ele ainda não tinha visto nada! Ele mordeu os lábios eu dei uma olhada pra ver se vinha alguém e ele apertava cada vez mais forte fui em direção a sua barriga e coloquei minhas mãos por baixo de sua camisa arranhando devagar quando ouvi alguém falar na cozinha no mesmo instante ele se virou pra churrasqueira e eu sai dali rapidinho.

Fui até o banheiro minha calçinha estava enxarcada estava com muito tesão! Percebi que ele era safado mas não queria dar pinta! Bem esperto! Sai do banheiro e fiquei enrrolando na cozinha, estava na pia tomando refrigerante qdo ouço uma voz no pé do meu ouvido: ” Você me deixa louco” eu apenas sorri, ele discretamente me deu uma encoxada e disse: ” Vou la no quarto do seu sobrinho mexer no computador” eu entendi, depois de um tempo subi para o quarto dele, estavam todos na sala concentrados no filme e meu irmão não tinha voltado ainda.Para a minha sorte meu sobrinho estava na casa de um amigo e deixou aquele quarto para nós!

Entrei, ele estava sentado fuçando na internet, perguntei o que ele estava fazendo ele disse que nada demais se eu queria mexer, eu disse que sim e sentei assim que ele se levantou, ele se agachou ao meu lado e enquanto navegava ele massageava meus peitões eu fechava os olhos naquela viajem…estava muito gostoso…ele beijava meu braço meu ombro dizendo que eu era muito cheirosa e gostosa ficando cada vez mais ofegante ele tirou um dos meus seios para fora e começou a chupar os biquinhos q ja estavam rasgando a minha blusa! fiquei observando ele mamar gostoso..ele mamava com muita vontade mamava em um e apertava o outro….parou e começou a me beijar me pegando pelos cabelos com força eu o empurrei e disse para a gente manerar afinal quem subisse iria ver pois a porta era no corredor para a escada! Ele concordou mas não deixou de mamar dizendo que eles eram deliciosos eu disse que queria mais pedi pra ver seu pau mas ele achou que era muito arriscado! Insisti e ele abriu o zíper e colocou aquela rola dura pra fora nossa peguei e coloquei na boca com tudo ele tirou rapido rindo e guardando ” Hahaha ta louca? ” ” Ah vc pode e eu não?” Ele disse que iriam desconfiar então ele desceu pra sala e me deixou lá cheia de tesão! AAAAh que delícia!

O churrasco acabou, fomos todos embora mas aquilo não ia terminar daquele jeito!

Meu irmão tem um comércio embaixo da minha casa, passaram-se uma semana e não tinha mais encontrado com ele. Em um sábado a tarde por volta das quartorze horas eu estava na janela do meu quarto distraída olhando a rua, quando vi um carro encostando! Era o meu tesão! Quando o vi ele sorriu e deu uma piscadinha eu sorri e fui correndo tomar banho. Tomei banho deixei meus cabelos molhados coloquei um vestidinho frente unica bem soltinho e curto passei hidratante e perfume desci no comércio fiquei la na frente disfarçando. Depois de alguns minutos ele chega pra mim e diz bem alto: ” Sua internet esta funcionando? ” Está sim! ” Deixa eu ver um email que eu recebi?” Vai lá! ” Vamo lá né meu é seu quarto” Acabei de descer! Ta bom!” (essa cena devia ganhar o oscar). Subi na frente deixando que ele visse minha calçinha branca socada no meu rabinho. Antes de entrar no meu quarto ele me puxou pelos cabelos tirou do pescoço e começou a beija-lo bem devagar…..”Vc é deliciosa safada…eu sabia que vc era safada…ficava de pau duro sempre que te via…mas não podia dar na cara por isso nem dava bola pra vc…eu sempre te quis mas não sabia que vc queria…agora vou te comer bem gostoso sua putinha…” Me virou e começou a me beijar bem gostoso…me pegou pelas pernas me colocou em cima da mesa da sala puxou minha calçinha com tanta força que ela rasgou e caiu no chão…abriu minha buceta ficou olhando admirando dizendo como era grande….caiu de boca e começou a chupar bem gostoso…passava a lingua no grelho bem devagar…depois chupava ela todinha pra sentir o gostinho..enfiava o dedo e dizia como eu era apertadinha…chupava o mesmo dedo e enfiava novamente ….em um vai-e-vem gostoso me fez soltar gemidos e disse pra mim calar a boca eu me segurava para não gritar…lambeu todo meu cuzinho e foi enfiando um dedo nele meu gemido era mais agudo e ele…estava louco de tesão…ele enfiou mais um dedo só as pontinhas dizendo que ia comer meu rabinho….me puxou da mesa e me deixou de joelhos tirando aquela rola pra fora: “Era isso que vc queria? Agora chupa vagabundinha vai” Cai de boca naquele pau delicioso cheiroso grosso perfeito mamei a cabeçinha depois desci até engasgar quanto mais engasgava mais deixava ele louco…sulgava babava chupava as bolas estava faminta por aquele pau que ja tinha dona ..ele segurou no meu cabelo e foi me levantando tirou meus peitões para fora e começou a mamar novamente como eu sou baixinha ele me colocou sentada na mesa novamente e mamou muito deixando eles babados brilhava de tanta baba que tinha…desci da mesa virei de costas empinei meu bumbum e disse pra ele socar na minha xota…ele obedeceu e socou com tudo entrava deslizando bem gostoso ele tapava minha boca para eu não gemer…e foi socando cada vez mais forte segurava pela cintura pelos ombros aquela rola cutucava meu útero e eu delirava a cada bombada ….sai e empurrei ele até o sofá fiz com que ele sentasse e sentei naquela pica de frente cavalguei gostoso ele delirava me mordia me cheirava me batia na cara e eu aumentava cada vez mais meu ritmo ele se levantou e começou a me comer em pé ja estava toda roxa de tantos apertões e mordidas..ele me desceu e me pôs de 4 no sofá e bombou na minha xota! Ja estava larga arrombada por causa daquela rola! Ele veio no meu ouvido e disse: ” Vou comer seu rabinho agora” “Come meu rabinho vai come ele gostoso ele é seu” Ele foi colocando a cabeçinha e senti uma dorzinha mas o tesão era muito maior.. foi entrando alargando meu buraquinho eu apertava as almofadas do sofá meu cuzinho se contraía e apertava mais o pau dele que não aguentou e começou a bombar sem parar ” Vai comeu esse rabinho era isso que vc queria né come vai come arromba ele todinho me deixa arregaçadinha vai” Tive q morder a almofada para não gritar ….ele puxava meu cabelo e dizia” Sua puta safada que rabo delicioso que vc tem vai da pra mim sempre não vai?” ” Vou ele é seu agora safado” Ele não aguentou tirou e jorrou todo seu leitinho no meu bumbum…senti aquela porra quente escorrendo pela minha bunda….Uma das melhores transas da minha vida!

(via fireonsex)


2 years ago · 7 notes · originally from sexonight · Reblog
#contos

Conto erótico 

proibido-18:

Esse dia eu tinha chegado em casa tarde. Fiquei alucinada, pois podia entrar alguém pra roubar  grana da loja. Eu sempre acho que alguém pode adivinhar que tem uma puta grana aqui e entrar, mas coma grana escondida, não tem nem jeito. Se vier algum ladrão é capaz de me dar alguma coisa A casa está destruída, sem nenhum móvel. A sala vazia. Casa de estourado mesmo. Eu fui por meu quarto e tirei a arma. Deixei-a pendurada no cabide, com cartucheira e tudo. Nunca durmo armada. Peguei um copo de vinho e sentei para enrolar um e escrever alguma coisa; Liguei a música a acendi o baseado. Comecei a escrever. Escutado uma música delirante. Nem aí para nada… De repente entrou um carinha apontando um revólver de cano largo e gritando. Eu fiquei na minha, ele pediu grana. Eu fiquei super assustada, falei que não tinha, fiz um sinal mostrando a casa. Ele olhou, ficou meio parado esse jogou na minha cama, único móvel disponível. Eu peguei a grana que estava na minha bolsa e fui dar pra ele; ele falou que não queria essa ninharia. Tá limpo! Daí ele ficou lá, quieto. Não tinha visto a arma ainda. Falou que a casa tinha cheiro de maconha e eu deu-lhe o baseado. Dava-me a impressão de conhece-lo de algum lugar. Supernovinho, magro. Meio puto com as coisas. Ficou fumando, deitado na minha cama, sem oferecer, como se a casa fosse dele. Daí eu acendi outro baseado, e ele falou que estava com fome, perguntou se tinha comida, mandou-me ir  preparar, com cara de bravo. Eu fui, também estava com fome. Não tinha saco de preparar. Peguei umas coisas congeladas e pus no forno. Voltei pro quarto, e ele tinha encontrado a arma pendurada na parede, carregada. Perguntou se era para se defender dos ladrões. Eu falei que era pra quem se fazia de besta comigo. Ele falou que ia levar a arma. Eu fiquei quieta. Ele guardou minha pistola dentro do bolso. Continuou fumaçando e encontrou a coleção de pontas que tenho há anos. Ficou rindo , perguntou se eu tinha fumado tudo sozinha. Ficou olhando-me. Eu tava impressionada com a calma do carinha. Como se a casa fosse dele. Mandou-me ir buscar a comida. Eu falei que ainda não estava pronta . Pediu um prato e uma gilete que eu fui buscar correndo. Ele largou a arma no chão para picar a coca. Eu fiquei olhando o revolver dele. Ele mandou não chegar perto. Era um 38. Falou que tinha roubado de um policial. Eu falei pra ele que eu tinha matado dois policias com a minha arma. Ele não falou nada, ficou lá picando a coca. Flou que se chamava Naldinho. , e eu quase caí pra trás. O Naldinho! Eu sempre ficava pensando nela, e agora ele estava aí. Não falei nada. Ele perguntou se eu ouvido fala nele. Eu falei que sim. Ele falou q era tomar coca, o papo era ter grana. Que ele era ladrão e sempre tinha grana. É um moleque quem  não imagina o que é ter grana. Vive uma vida de cachorro, com a ideia de que é o maior inimigo do mundo. Eu fique quieta, sem saber o que o que ia acontecer. Cheiramos a coca. Ele perguntou s já havia tomado nos canos. Eu, já mas achei melhor falar que não. E ele falou que ainda bem. Disse que não gostava de quem tomava nos canos. Tudo filho de papai. Depois ficou me olhando e falou que ia me estrupar. Eu levantei e fui olhar a comida, sem falar nada. Já tava pronta. Tirei do forno, atei dois pratos e fui pro quarto de novo. Dei um prato pra ele e pus a comida. Ele me mandou ficar longe do revolver. E falei que não ia fazer nada, pra ele pôr o revolver do outro lado. Ele falou que era ele que decidia onde guardava o revolver. Fiquei quieta, a gente ficou comendo. Eu acabei antes e fiquei olhando pra ele. Queria que a gente transasse sem papo de estrupo. Eu fiava delirando. Acendi uma ponta, e ele comendo. De vez em quando olhava o revolver. Eu encostei nele e fiquei fazendo carinho pelas costas e nos cabelos. Parecia um moleque mesmo. Ele nem me olhava. Depois que acabou de comer me mandou ir lavar os pratos, e ficou lá deitado fumando a ponta. Eu vim, me ajoelhei, e fiquei olhando. Ele me catou e começou a me beijar desesperadamente. Não dava nem pra respirar. Subiu em cima de mim e ficou se mexendo de qualquer jeito. Daí eu o empurrei, sentei na cama Qual é? Comecei a tirar a roupa devagar, sem falar nada. Ele ficou olhando. Tirei a calcinha. Ele falou que eu era bonita, que parecia princesa. Nem parecia bandida . Eu não sou bandida mesmo. Fiquei quieta e comecei a tirar a roupa dele. Ele falou:
-Cuidado com a pistola. Não vai dar um de engraçadinha.  Era a minha pistola. Eu já tava meio mal.  – Tira você então. Ele tirou a calça e deixou a pistola do lado do travesseiro. Eu fui dar um beijo na barriga dele e tirei a cueca, ele nem estava com o pinto duro, só um pouco, Eu fiquei dando beijos no pinto dele e no saco e comecei a chupar. Foi ficando duro e ele não falava nada. Mandou-me ficar de quatro e meteu, nas loucas. Depois ficou meio atrapalhado, parou um pouco e começou a meter devagar. Ficava falando que eu era linda e que ele tava gostando. Depois ficou fazendo com o dedo pra eu gozar. Não falou amis nada. Eu gozei super forte e fiquei rindo, e ele só gozou depois, devagar, sem gemer e sem fala nada. Depois ficou descansando. Eu fui dormir. Fiquei supermole, estava adorando. Ele também dormiu, em cima de mim, com o pinto enfiado.
                Acho que a gente acordou junto, de madrugada. Ele esticou a mão para ver se a pistola estava lá. Eu não falei nada. Comecei a esfregar minha barriga na dele. O pinto ficou duro de novo. E a gente trepou. Depois ficamos olhando bem na cara. Ele falou que eu era a mina mais linda. Eu falei que ele também era lindo e que eu antes queria conhece-lo. Falei também  que eu não tava gostando que ele ficasse com a minha arma, que eu tava tratando-o  bem e que não tinha nada a ver que ele levasse a minha arma. Ele falou que ia deixá-la quando fosse  embora. De manhã acordou ás sete horas e me mandou ir fazer café. Eu falei que não a, que era muito cedo e fui chegando perto mais perto dele. Ele  não quis nem saber, deu um grito para que eu fosse fazer o café logo porque tinha que ir embora, que se ele não fosse logo, depois não ia poder sair porque teria muita gente a rua. Eu levantei e pus a água pra ferver, trouxe umas torradas com requeijão. Ela já estava vestido com o38 enfiado na calça. Tomou o café e saiu. Me deus a arma e foi embora sem falar tchau, nem dar um beijo.

- Andréa Cristina

(via fireonsex)


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#contos

proibido-18:

Era tarde, e estava chovendo. Meus pais tinham viajado e ele estava dormindo aqui em casa, por volta das 2 hrs da manhã, ouço alguns passos pela escada, passos cuidadosos, imaginei que fosse ele e fingi estar dormindo, ainda de olhos fechado escuto a porta do meu quarto se abrir, bem devagar, fazendo um barulho perturbador, até que a porta se fechou e senti de leve alguém sentar-se a beira da minha cama, tocando meus braços que estavam de fora, me assustei, abri os olhos e me deparei com ele, me olhando e sorrindo, sentei-me na cama, olhei pro relógio era tarde, perguntei a ele oque estava fazendo no meu quarto aquela hora, e ele respondeu que estava sem sono e queria me observar dormindo para ver se assim pegava no sono, entre risos e conversas nós nos beijamos, não foi um beijo qualquer, foi um beijo quente e malicioso, durante o beijo nós se aproximamos, minhas pernas já estavam em volta de sua cintura e ele me agarrava com desejo, passaram alguns segundos e nós estávamos deitados, ele por em cima de mim, apertando meu quadril por cima do meu pijama, derrepente ele parou de me beijar, com seu nariz sobre o meu, ficou em silêncio, esperando qualquer desição minha, eu levantei sua cabeça o olhei com tanto amor, e o beijei devagar, foi um beijo rápido mas decisivo, com sua cabeça sobre o meu pescoço eu tirei sua blusa, ele acariciou meu rosto e tirou meu pijama, dentro de poucos segundos estávamos nus, eu me deitei de forma confortável na cama, e ele veio lentamente, colou seu corpo no meu, naquele momento senti um arrepio, estava com medo, era virgem, mas estava segura com ele, confiante a cada desição, naquele momento em que tantos pensamentos se passavam pela minha mente, eu sorri para ele e ele me beijou com segurança, um beijo diferente, durante o beijo coloquei minhas pernas sobre sua cintura, nesse momento ele interrompeu o beijo e desceu um pouco, deixando sua boca na direção dos meus seios, ele os beijou, com carinho, e após os beijos, era a hora, ele entre minhas pernas, apertou minhas coxas, e subiu, nesse momento eu o senti dentro de mim, ambos fechamos os olhos, minhas mãos apertavam sua costas conforme os seus movimentos, ele penetrava cada vez mais rápido dentro de mim, fazendo eu soltar alguns gritinhos, aquilo estava bom, ele penetrou mais rápido, gritei, mais rápido, rápido, eu gemia e gritava no seu ouvido, e eu podia sentir sua respiração ofegante no meu pescoço, ele penetrava cada vez mais rápido, eu sentia cada vez um frio na barriga, como numa montanha russa, era um desejo incontrolável daquilo, a dor não estava se comparando ao prazer que eu estava sentindo, meu corpo tremia suava, minha pernas estavam bambas, até que um tremor e um arrepio tomou conta de mim, do meu corpo todo, gozei, eu tinha gozado de prazer ao estar fazendo aquilo com ele, eu estava cansada, mas ele não tinha gozado, derrepente eu empurei ele, o encostei na parede da minha cama, e sentei de frente para ele, devagar, aquilo fez ele virar os olhos e aquilo estava me fazendo ficar exitada cada vez mais, eu sentava cada vez devagar, e a cada vez, ele se contorcia, até que ele gozou. Já era 5 hrs da manha, estávamos completamente recuperados, dormimos um pouco e fomos tomar um banho.

proibido-18:

Era tarde, e estava chovendo. Meus pais tinham viajado e ele estava dormindo aqui em casa, por volta das 2 hrs da manhã, ouço alguns passos pela escada, passos cuidadosos, imaginei que fosse ele e fingi estar dormindo, ainda de olhos fechado escuto a porta do meu quarto se abrir, bem devagar, fazendo um barulho perturbador, até que a porta se fechou e senti de leve alguém sentar-se a beira da minha cama, tocando meus braços que estavam de fora, me assustei, abri os olhos e me deparei com ele, me olhando e sorrindo, sentei-me na cama, olhei pro relógio era tarde, perguntei a ele oque estava fazendo no meu quarto aquela hora, e ele respondeu que estava sem sono e queria me observar dormindo para ver se assim pegava no sono, entre risos e conversas nós nos beijamos, não foi um beijo qualquer, foi um beijo quente e malicioso, durante o beijo nós se aproximamos, minhas pernas já estavam em volta de sua cintura e ele me agarrava com desejo, passaram alguns segundos e nós estávamos deitados, ele por em cima de mim, apertando meu quadril por cima do meu pijama, derrepente ele parou de me beijar, com seu nariz sobre o meu, ficou em silêncio, esperando qualquer desição minha, eu levantei sua cabeça o olhei com tanto amor, e o beijei devagar, foi um beijo rápido mas decisivo, com sua cabeça sobre o meu pescoço eu tirei sua blusa, ele acariciou meu rosto e tirou meu pijama, dentro de poucos segundos estávamos nus, eu me deitei de forma confortável na cama, e ele veio lentamente, colou seu corpo no meu, naquele momento senti um arrepio, estava com medo, era virgem, mas estava segura com ele, confiante a cada desição, naquele momento em que tantos pensamentos se passavam pela minha mente, eu sorri para ele e ele me beijou com segurança, um beijo diferente, durante o beijo coloquei minhas pernas sobre sua cintura, nesse momento ele interrompeu o beijo e desceu um pouco, deixando sua boca na direção dos meus seios, ele os beijou, com carinho, e após os beijos, era a hora, ele entre minhas pernas, apertou minhas coxas, e subiu, nesse momento eu o senti dentro de mim, ambos fechamos os olhos, minhas mãos apertavam sua costas conforme os seus movimentos, ele penetrava cada vez mais rápido dentro de mim, fazendo eu soltar alguns gritinhos, aquilo estava bom, ele penetrou mais rápido, gritei, mais rápido, rápido, eu gemia e gritava no seu ouvido, e eu podia sentir sua respiração ofegante no meu pescoço, ele penetrava cada vez mais rápido, eu sentia cada vez um frio na barriga, como numa montanha russa, era um desejo incontrolável daquilo, a dor não estava se comparando ao prazer que eu estava sentindo, meu corpo tremia suava, minha pernas estavam bambas, até que um tremor e um arrepio tomou conta de mim, do meu corpo todo, gozei, eu tinha gozado de prazer ao estar fazendo aquilo com ele, eu estava cansada, mas ele não tinha gozado, derrepente eu empurei ele, o encostei na parede da minha cama, e sentei de frente para ele, devagar, aquilo fez ele virar os olhos e aquilo estava me fazendo ficar exitada cada vez mais, eu sentava cada vez devagar, e a cada vez, ele se contorcia, até que ele gozou. Já era 5 hrs da manha, estávamos completamente recuperados, dormimos um pouco e fomos tomar um banho.

(Source: doce-miragem, via fireonsex)


2 years ago · 60 notes · originally from doce-miragem · Reblog
#contos

Comi a namorada do meu amigo, enquanto ele dormia 

proibido-18:

Boa tarde pessoal, sou o Junior, 28 anos, e vim compartilhar um pouco de minhas aventuras com vocês, como esse é o primeiro de muitos contos que vou postar aqui, decidi começar com algo bom; Aconteceu á mais ou menos, 2 meses, quando eu estava prestes á me mudar, na ocasião, eu saia com uma garota não muito atraente, mas muito boa de cama, a Mariana, 22 anos, aprox.1.62cm, uns 65kgs, meio gordinha, seios fartos, bumbum grande, e meu amigo Kleber, estava namorando a amiga dela, Paula, 24 anos, aprox. 1.70cm, 62kgs, cabelos pretos, bem branquinha, olhos verdes, seios fartos, cintura fina, coxas grossas, uma bunda de fazer inveja á muitas garotas-fruta do funk, confesso que sempre tive um tesão incontrolável por ela, mas como estava namorando meu amigo, eu ficava na minha, mas sempre que podia reparava em como o vestido ficava marcando seu belo corpo, ou quando a gostosa colocava uma calça de lycra marcando bem a calcinha fio dental atolada em sua bunda, e as vezes, não muito raro, notava como Paula ficava me olhando, as vezes com curiosidade, talvez porque as amigas falam uma para outra como é o sexo com o parceiro. Como eu morava sozinho, as garotas Mariana e Paula, sempre vinham á minha casa aos finais de semana, pois Kleber e eu compravamos sempre duas garrafas de jurupinga, muita cerveja e vinho, oque elas adoravam; Num desses finais de semana bem movimentados, eu e o Kleber combinamos de deixa-las bem alegrinhas, para iniciarmos uma suruba daquelas com as duas, por volta das 21:00, já estavamos bebados, rindo á toa, falando um monte de groselha, foi quando eu resolvi colocar lenha na fogueira, ficando só de cueca, e pedindo á Mariana para me chupar, nisso Paula ficava olhando com uma cara de tesão enquanto o Kleber, já bem louco de cachaça, não se aguentava em pé, Mariana recusou, e disse que se eu não parasse, iria embora, pois não gostava daquele tipo de coisa, eu já sem nada á perder, soltei: “Porra, na cama você me chupa, deixa eu gozar na sua boca, pede pra eu afundar meu pau no teu cu, e agora fica ai fazendo doce?”, foi a gota d’água, Mariana levantou, sem nem sequer se despedir e foi embora, eu fiquei olhando meio sem graça a situação, imaginando que Paula também iria, mas para minha surpresa, quando ela fez menção de se levantar, o Kleber á segurou e disse para ela ficar quietinha ali, pois iriam dormir em casa, o cara não tava parando em pé, ñ ia conseguir dirigir, daí ajeitei a cama pra eles, e fiquei na sala, pois estava sem sono algum, já meu amigo, caiu igual pedra na cama, e apagou….; Lá pra tantas da madrugada, eu estava na sala deitado no sofá, assitindo tv, quando Paula saí do quarto, eu já estava são, recuperado do efeito do alcool, quando a vi, tratei de me cobrir, pois ainda estava de cueca, ela me olhou, deu um sorriso sacana, e disse: “pode ficar do jeito que você tava, eu já vi tudo mesmo” e rimos da situação, ela se sentou no outro sofá, dizendo estar com um pouco de dor de cabeça, eu prontamente me levantei e peguei um copo d’água pra gostosa, e depois esquentei um pouco de café, e ficamos conversando, ela dizia que o Kleber era legal, e tal mas não aguentava mais, sempre que ele bebia, ele dormia, e eu pensei, “porra, é hoje que como essa gostosa, mesmo com o viado dormindo ali do lado”, ela me olhava, quando do nada, se levantou, estava com uma camisola curta, meio rosa transparente, um tesão, com uma calcinha vermelha bem socada, ela me olha e pergunta: “Junior, você me acha gostosa, tipo atraente?”, sem perder tempo, me levantei e começei a beijar a boca da vagabunda, que nem sequer recusou, pra minha surpresa, disse que fazia um tempo que só pensava em ter aquele momento ao meu lado, enquanto nos beijavamos, fui levantando sua camisola, chupando aqueles peitos maravilhosos, enquanto ela gemia e mordiscava minha orelha, sentei ela no sofá e começei a chupar aquela buceta gostosa e depilada enquanto ela gemia de tesão rebolando a buceta na minha cara, fiquei em pé, ela tirou minha cueca e falou: “já que minha amiga não quis, eu chupo sua rola bem gostoso”, aquilo me deixou louco de tesão, eu quase explodindo na boca dela, enquanto ela mamava mais e mais, não aguentando mais, virei a piranha de quatro no sofá mesmo, e meti fundo na buceta dela, enquanto a cadela rebolava pedindo mais, eu dava tapas em sua bunda, deixando ela toda marcada, sem nem me preocupar com o meu amigo dormindo, meti, e gozei fundo naquele bucetão rosado, que delicia, encher aquela gostosa que eu tanto queria, de porra, fiquei parado um tempo beijando ela, quando ela me falou: “a Mari me disse que você é muito bom no anal com ela, faz de um jeito que ela só sente tesão…” meu pau ficou duro na hora, mal acreditava que tinha comido aquela buceta, e estava prestes á meter no cuzinho também, ela vendo meu pau daquele jeito, começou á chupa-lo novamente, até que ficou bem duro, virei ela de 4, e fui pondo devagarzinho, até entrar, depois fui bombando, bombando, e ela rebolava na minha rola, pedindo mais, e mais… gozamos juntos, eu dentro do cuzinho dela, e ela encharcando meu sofá de tão molhada que estava, tomamos um banho, e ela voltou pra cama ao lado do meu amigo tombado…. no outro dia pela manhã, tomamos café, e meu amigo perguntou sem malicia para Paula, onde ela estava no meio da noite… ela sem sequer ficar envergonhada, disse que se levantou para tomar um banho, pois estava com muito calor, e disse que tanto eu como ele, deviamos beber menos, rimos,… quando ela estava indo embora, outra surpresa, enquanto meu amigo manobrava o carro, ela disse baixinho: “semana que vem, tem mais”, eu sem ação, dei um beijo no canto da boca dela, e falei, “vem sozinha”! Já dizia o ditado: Cú de bebâdo não tem dono, nesse caso, o cú da namorada do bebado, também não! Até a próxima! 

(via fireonsex)


2 years ago · 5 notes · originally from diasadois-deactivated20120324 · Reblog
#contos

Comendo a prima 

Tudo começou quando ela veio passar um tempo lá em casa, eu me chamo Marcos e minha Prima… vou usar um outro nome…(karol), seus pais estavam entrando em processo de divórcio e ela não queria ficar em sua casa.

Para minha felicidade ela resolveu passar um tempo lá em casa. Ela é uma garota muito linda, seios fartos, olhos negros como a noite, uma pele bem bronzeada e uma bundinha de dar inveja a qualquer outra mulher, no auge dos seus 18 aninhos. Eu também não sou de se jogar fora, como moramos perto da praia aqui em salvador, gostava de pegar onda a tarde depois da Escola, na época tinha um corpo super bronzeado uma barriga de tanquinho… Estava com meus 16 anos.

Já tinha namorada algumas garotas e com algumas delas tinha ido um pouco mais além, mas eram meninas da minha idade, pouco sabiam sobre sexo ou uma verdadeira trepada. Hoje tenho 27, e depois de ler muitos contos, vou contar o que aconteceu comigo…

Minha prima já estava morando com agente fazia umas duas semanas, lá em casa cada um tinha seu próprio quarto como eu era o mais novo meus pais resolveram que minha prima deveria dormir no meu quarto (eles achavam que era mais seguro) eu como não sou bobo nem nada disse logo que não tinha nenhum problema que eu poderia dormir no chão num outro colchão que minha mãe tinha em seu quarto guardado para essas ocasiões.

Como era o caçula e saia pouco de casa, minha prima passava a maior parte do dia comigo, desta forma fomos ficando cada vez mais íntimos e ela começou a me pergunta se eu não tinha namorada e eu disse que já tinha namorado algumas, mas nada muito sério, na hora não me passava nenhuma maldade pela cabeça, achava que aquilo era normal, até ela me perguntou se eu não iria a praia naquele dia como era de costume, pois se eu fosse ela queria ir também, eu disse que ia, então ela foi colocar seu biquíni e eu fiquei esperando… Quando ela acabou de se arrumar e nós saímos para ir a praia ela estava usando uma canga que cobria todo o seu corpinho… Chegando a praia fui pegar algumas ondas, ela ficou na areia deitada pegando um “sol”, já estava cansado de pegar onda o mar não estava alto naquele dia… Resolvi sair, me aproximei dela e tive uma das melhores visões da minha vida… Ela lá deitada com aquela bunda linda empinada para cima com um biquíni que mal dava para cobrir o seu reguinho… Meu pau ficou duro na hora, sentei do seu lado e tentei disfarçar, mas não consegui, então deu uma olhada para minha bermuda e fiquei sem graça, ela sorrindo me perguntou o que tava sentindo para ter ficado excitado daquele jeito, meio sem graça falei porque nunca tinha visto uma bunda tão linda… Ela sorri e falou se você já esta assim, imagina quando passar bronzeador em mim… Vai se melar todo… Então peguei o bronzeador e fui passar em seu corpo, primeiro comecei pela sua costa e depois fui passando perto da sua bundinha, não resisti e passei a mão em cima da sua bunda, como ela não falou nada continuei passando pelo seu corpo todo, resolvi passar em suas pernas, ela estava deitada com se estivesse dormindo, com um Lupa (óculos) escura no rosto, continuei passando óleo pela suas pernas e passei a mão de leve sobre a sua virilha então ela deu pulinho e se mexeu, na hora pensei que ela fosse me dar uma bronca, mas ela não falou nada, então continuei… Voltei a passar mão pelo seu corpo que é lindo, novamente passei os dedos pela sua virilha desta vez um pouco mais perto da sua bucetinha… quando a coisa estava ficando boa ela se levantou e disse:

- É melhor para por aqui… Eu já estava aponto de ter um orgasmo… Então ela resolveu que já estava na hora irmos para casa, eu disse tudo bem e nós voltamos o caminho todo sem dar uma palavra.

Eu só pensava naquela bundinha linda, em meus dedos passando por cima daquela bucetinha… então ela me falou que já estava um tempo sem namorar que depois que os pais resolveram se separar ela não tinha cabeça para o namorado e acabou terminando com ele..

Quando chegamos em casa, logo ela foi tomar banho, eu dei um tempo na sala, conversando com a galera… Depois do jantar resolvi que ia dormir e fui para o quarto como tava muito calor resolvi que ia dormir só de cueca.

Quando minha prima chegou ao quarto eu já estava dormindo, no meio da noite acordei para pegar uma água, estava meio tonto nem reparei como ela estava dormindo, quando voltei para quarto reparei que ela estava só de calcinha, devia ser por causa do calor que estava fazendo naquela noite ou então por causa do sol que ela tinha “tomado” e seu corpo estava em brasa… fiquei um tempo parado do lado da cama só olhando aquela belezura, louco para passar mão novamente em seu corpo, como já estava com a pica bem dura, não agüentei comecei a alisar seu corpo, fui passando a mão pelas suas costa até chegar na sua bunda, então puxei a sua calcinha para lado e passei o dedo na sua buceta.. ela então deu uma suspirada e eu enfiei o dedo todinho na sua xaninha nesse momento achei que ela fosse abri os olhos então parei, como ela não abriu e nem falou nada, continuei enfiando o dedo e batendo uma siririca para ela. Como ela estava com as pernas um pouco fechada, passei a língua na porta do seu cuzinho e ele piscou para mim, continuei chupando seu cuzinho e ouvi-a dar um gemido, desta vez já não me importava se ela estava acordada ou não o que eu queria era fuder aquele cú.

Baixei a sua calcinha até os tornozelos e tirei-a de seu corpo, e tive a segunda melhor visão da minha vida, aquela buceta rosada bem na minha cara e sua bunda com a marca do bronzeado, quase gozei só de olhar, foi então que ela virou para mim e falou: “… quer chupar a bucetinha da priminha quer!? Então vem… e eu cai de boca nela, ela segurava em meus cabelos e empurrava minha cara na sua buceta me pedindo para chupar cada vez mais, foi quando ela anunciou que ia gozar, eu então chupei a sua xaninha com mais vontade ainda e ela gozou na minha boca… Cheia de excitação me mandou sentar na cama agarrou o meu pau de uma só vez, tentou enfiar tudo de uma só vez na boca, pagava um boquete como eu nunca tinha tido em toda a minha vida, ela enfiava a minha pica na boca até fica engasgada e depois chupava meu ovo… Quando já estava quase gozando ela parou e mandou-me enfiar na sua bucetinha que estava toda raspadinha, comecei dando uma pincelada na sua xaninha, ela pedia para eu enfiar tudo então como sou um bom menino, enfiei até o talo e comecei metendo com bastante força, ela então gozou de novo, pedi para que ela ficasse de quatro e quando ela virou agarrou a minha rola e começou a chupar de novo como já estava cheio de tesão não agüentei e gozei tudo na sua boquinha, ela não deixou cair nem uma gotinha, olha que eu gozo muito… Depois de ter deixado todo o meu pau bem limpinho, pedi para que ela ficasse de quatro… Que visão maravilhosa, aquele cuzinho olhando para mim, não agüentei e comei a chupar sem parar… Chupava e metia dois dedinhos na sua xaninha ao mesmo tempo, ela falando vai me fode com essa sua língua, enfiava o dedo mais fundo na minha buceta, e gozou mais uma vez. Como meu pau já estava duro de novo e seu cuzinho bem lubrificado… Mirei na sua portinha e fui colocando a cabeça bem de vagarzinho ela gemia dizendo que estava doendo mais que não era para mim ter pena daquele cuzinho e enfiar tudo, olha que eu já era bem dotado naquela época… Então enfiei tudo de uma só vez, ela gritava muito, num misto de dor e prazer, fiquei com medo que alguém acordasse… Comecei a socar naquele rabo e estava sentido meus ovos batendo na porta da sua bucetinha e ela pedindo vai mete mais, mete com força, eu comecei metendo com bastante força chamando ela de puta safada dizendo vou deixar seu rabo todo esfolado vou encher ele porra sua putinha descarada que gosta de dar o cú, e ela dizia: isso me xinga muito porque eu sou uma putinha mesmo, que gosta de dar o cú, então gozei e deixei o cú dela cheio de porra, tirei o meu pau e mandei ela chupar para sentir o gosto do seu cuzinho, ela chupou bastante até deixa ele bem limpinho de novo, foi ai que eu olhei para porta e vi que tinha alguém olhando, era o meu irmão ele estava do lado de fora batendo uma punheta… Mais isso eu deixo para contar depois…

(via fireonsex)


2 years ago · 5 notes · originally from sexonight · Reblog
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